São
16h30 e acabo de me deliciar com um dos melhores bolos que comi
na vida: o "Bolo Bobo de Fubá", da seção Comida da alma, edição
12 (agosto de 2004). Só quero fazer uma correção ao nome: nós é que ficamos
bobos ao saboreá-lo... Sou carioca de nascimento, espanhola de família
e joinvillense por opção, e tinha certo preconceito com bolo de fubá.
Nunca tinha feito um; comer, então... Mas, ao ler o texto de Juliana Motter,
consegui sentir até o aroma da massa no forno. Assim, depois de deixar
as crianças na escola, comprei fubá e preparei o bolo. Os meninos chegaram
da aula e já devoraram a metade! Obrigada e parabéns!
VILMA ANTELO, POR E-MAIL.
Quero cumprimentá-los pela excelente reportagem Orgasmo
sem manual (edição 13, setembro de 2004). Realmente não precisamos
de fórmulas mágicas para chegar lá, pois o mais importante é estar bem
consigo mesma e com quem você ama.
MARIA DA GUIA SOUTO DE ALMEIDA, POR
E-MAIL
A edição de aniversário (número 13, setembro de 2004)
ficou maravilhosa, e a entrevista com a Maitê Proença merece nota 10.
A capa também está o máximo. Espero que vocês entrevistem mais celebridades
que tenham a ver com o estilo da revista. Muito sucesso!
MÁRCIA, POR E-MAIL
Moro em Londres há cinco anos e acabei de conhecer
a Estilo Natural por intermédio da minha irmã, que me
enviou um exemplar. Adorei o editorial Você tem o desejo da transformação?
(edição 12, agosto de 2004). Achei o máximo a maneira que a publicação
destaca as coisas simples, mas tão essenciais em nosso mundo de ontem,
de hoje e, com muita certeza, de amanhã também! Confesso que, enquanto
morei no Brasil, nunca havia lido textos semelhantes e com essa qualidade.
LENITA OLIVEIRA, POR E-MAIL.
Tenho 29 anos, leciono Ciências na rede municipal de
São Paulo e Biologia na rede estadual. Para mim e minha irmã, a Estilo
Natural tem sido um achado e tanto em meio a nosso dia-a-dia
tão conturbado. As dicas para descansar, relaxar e curtir a natureza sempre
caem como uma luva para a gente. Mas tenho uma reclamação: por que até
hoje, em um ano de existência da publicação, todas as capas são com pessoas
de pele clara? Também não vejo modelos cheinhas... Não está na hora de
quebrar essa ditadura que nos obriga a ser macérrimas? Afinal, se tenho
boa saúde e qualidade de vida, qual o problema em não ser tão magra?
ANA PAULA GIANEZI, POR E-MAIL.
A matéria Como diz o ditado (edição 13, setembro
de 2004), assinada por Juliana Motter e baseada no meu livro Provérbios
e Educação Moral, ficou belíssima. Agradeço pelo carinho e atenção.
LUIZ JEAN LAUAND, PROFESSOR DA FACULDADE
DE EDUCAÇÃO DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO
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