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Paraíso
urbano Com a reabertura
ao público do Viveiro
Manequinho Lopes,
no Parque Ibirapuera,
São Paulo oferece
um agradável passeio
para curtir a natureza
sem sair da cidade
São 48 mil m² de parque dentro
de outro parque! Que tal um passeio pelo Viveiro Manequinho Lopes? Aproveite as
visitas monitoradas que acontecem desde agosto, quando esse paraíso verde foi
reaberto ao público como parte das comemorações pelo aniversário de 50 anos do
Parque Ibirapuera. Foi o viveiro, aliás, que nasceu primeiro: criado na década
de 1920, ele teve início quando o funcionário público Manoel Lopes de Oliveira
Filho, o Manequinho, preocupado em sanear o solo da várzea, ali plantou eucaliptos
australianos. Ao seu redor, em 1954, foi criado o Parque Ibirapuera, com concepção
urbanística de Oscar Niemeyer. Árvores como tipuanas, ipês, sibipirunas, pau-brasil
e outras centenas de espécies - dentre as quais orquídeas, filodendros e heras
- podem ser vistas no Manequinho, de cujos canteiros e estufas saem as mudas de
árvores e arbustos ornamentais plantadas nas praças, escolas e avenidas da capital
paulista. Gostou do design dos ripados e estufas? Claro! Eles saíram da prancheta
do paisagista Roberto Burle Marx (1909-1994).
VIVEIRO MANEQUINHO LOPES, PARQUE IBIRAPUERA,
ENTRADA PRINCIPAL PELA AV. REPÚBLICA DO LÍBANO,
ABERTO À VISITAÇÃO DIARIAMENTE, DAS 7 ÀS 17 HORAS.
Livros
por Isabel Vieira
livros@isabelvieira.com.br
Conheça o poder amuletos, faça suas simpatias, pratique
ioga japonesa e sobre histórias que são verdadeiras lições de vida
Bruxas do bem
Você sonha em criar seu próprio caldeirão e tornar-se uma verdadeira bruxinha?
A terapeuta reikiana e taróloga Ana Elizabeth Cavalcanti da Costa ensina a fazer
isso. Seu livro Bruxas de Verdade - Conhecendo e Desvendando a Magia
(Berkana editora, 208 págs., R$ 24,50) mostra que, na natureza, encontram-se os
"ingredientes" para alcançarmos equilíbrio, prosperidade e paz - e o que não está
pronto pode ser criado. Receitas para revelar e ativar a magia das plantas, ervas,
cristais e outros elementos fazem parte do manual, que inclui defumações, talismãs
e simpatias.
Contos exemplares
Como podemos nos sentir felizes realizando simplesmente as nossas tarefas do dia-a-dia?
O mestre indiano Osho (1931-1990), famoso por seus ensinamentos revolucionários
que promovem a transformação interior, utiliza dez histórias, parábolas e anedotas
para falar de amor, crença, confiança, liberdade, vida e morte. Uma delas é a
que dá título ao livro: O homem que amava as gaivotas
(ed. Verus, 247 págs., R$ 26,90). Seu tema? A busca da felicidade - que, segundo
Osho, encontra-se sempre no momento presente; basta que a gente a descubra durante
o nosso caminhar.
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